domingo, 12 de abril de 2009

O sol




Bom dia, o sol já está no meio do céu.
E o ponteiro no meio do relógio.
Hoje é um dia normalmente incomum.

Quero que continues aqui comigo, a cada dia.
Para que abra os braços quando a chuva começar.
E que me assopre quando fizer muito sol e o calor se tornar insuportável.
Hoje peço uma certa coisa para o silio que acabou de cair.

É eu gosto assim mesmo de você
De uma maneira diferente, na qual sei que tem mais coisas pra vir.
Hoje não vamos assistir filme de amor.
Vamos á um de terror e depois um de bang-bang.
Fazendo academia no cinema.

Dando leves cochilos naquele abraço sem fim.
Estou virando um tipo de poeta na qual não me identifico.
Mas eu aprecio, e você o que aprecia?

Há dias que não tem fim.
E aqueles que vão como um avião no céu.
Hoje tem uma blusa na minha cama, me chamando pra um abraço.
Uma boa noite de sono e um dia quero substituí-la.
E que isso não demore muito.

Porque eu acho que os nhoques, tem um certo prazo não é?
Sei muito bem que são fases da pequena e linda adolescência.
Onde muitos se acham e muitos se perdem.
E eu, estou bem no meio disso!

Me perco e nem sei o que falar, e por isso apenas me calo.
Me acho pois não vejo a hora de morar ali, com umas árvores mais próxima de você.
Estou sendo Caxias, mas talvez não haja melhor maneira de se expressar.
Te agradeço a cada momento, e peço para que fique mais.
Pra que eu possa mais uma vez agradecer e renovar mais um pedido.

Hoje muitas palavras = a poucas.
Hoje presente – meu pensante – futuro.
Não se esqueça do quanto gosto de você. E não fique tão abismado com os versos acima.
Talvez seja apenas palavras, porque meu Speedy queimou, ou talvez seja o mais puro desejando gritando por um pouco de espaço.
Eu te amo e só às vezes percebo o quanto isso é significante e o tanto é tua proporção.
05.abril.2009